André Carretoni

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TELMAH, A Tragédia do Desencontro
Hélio Parfia chega a Madri após o ataque terrorista que assolou o mundo no dia 11 de março de 2004, com a intenção de escrever uma homenagem às vítimas do atentado, e um furgão quase o atropela na frente do seu hotel. Ao salvá-lo, uma mulher morre no seu lugar.

Nos dias seguintes, enquanto tenta encontrar alguma informação sobre sua heroína, alguém entra no seu quarto e rouba suas roupas, dois suspeitos o seguem pela cidade, e Telmah Millais entra na sua vida com um beijo, como se o já conhecesse há tempos.

Hélio se vê, enfim, no meio de uma trama ilógica, cada vez mais apaixonado pela desconhecida e surpreso com o que aconteceu, realmente, no 11-M.
 
 
 
Piedade Moderna
Editora Mondrian
Brasil, 2005


Brasil, Rio de Janeiro. A vida de Alexandre, a princípio, nos parecerá perfeita, mas, depois, pouco a pouco, nos mostrará abarrotada de problemas.

Relações em crise, drogas e a consciência de nossa mortalidade desorientam a sua vida; contudo, após superar a sua tendência autodestrutiva, herança paterna, e deixar de lado o imediatismo, doença moderna, ele concretiza o seu processo de amadurecimento e se torna um escritor.

O personagem central viverá o dilema básico do sujeito à busca de referências.
TELMAH, A Tragédia do Desencontro
Atelier Produção Editorial
Portugal, 2008


E se você detestasse seu emprego? E se sua relação amorosa não fizesse mais sentido? E se "quem você fosse" estivesse ligado a "aquilo que você possuísse"? Tudo isso não seria, enfim, uma bela oportunidade para que você acabasse com tudo, já que você não estaria realmente vivendo?

Esta é a história de Marco, cuja vida perdeu o sentido, cujos valores se deterioraram, mas que, quando não teve mais para onde ir, ainda foi além. E lá, lá embaixo, perto do lugar onde encontramos a liberdade mais valiosa que existe, ele caiu de cara com a sua felicidade.
 
 
 
Agenda, Diário do Escritor
Selecionado com o texto D5TR
2011
Folhetins, de José Benício
Convidado como prefaciador
2012
Umas Luas e Outros Versos, de José Benício
Convidado como prefaciador
2015
 
 
 
 
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