TELMAH

A Tragédia do Desencontro

Plus Haut

que le Fond de la Mer

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Livros

Piedade Moderna
Editora Mondrian
Brasil, 2005
Brasil, Rio de Janeiro. A vida de Alexandre, a princípio, nos parecerá perfeita, mas, depois, pouco a pouco, se mostrará abarrotada de problemas.
Relações em crise, drogas e a consciência da nossa mortalidade desorientam a sua vida; contudo, após superar a sua tendência autodestrutiva, herança paterna, e deixar de lado o imediatismo, doença moderna, ele concretiza o seu processo de amadurecimento e se torna um escritor.
O personagem central vive o dilema básico do sujeito em busca de referências.
Mais Alto que o Fundo do Mar
Atelier Produção Editorial
Portugal, 2008
E se você detestasse o seu emprego? E se a sua relação amorosa não fizesse mais sentido? E se “quem você fosse” estivesse ligado a “aquilo que você possuísse”? Tudo isso não seria, enfim, uma bela oportunidade para que você acabasse com tudo, já que você não estaria realmente vivendo?
Esta é a história de Marco, cuja vida perdeu o sentido, cujos valores se deterioraram, mas que, quando não teve mais para onde ir, ainda foi além. E lá, lá embaixo, perto do lugar onde encontramos a liberdade mais valiosa que existe, ele caiu de cara com a sua felicidade.
Plus Haut que le Fond de la Mer
Edilivre
France, 2018
Vous n’aimez pas votre travail? Votre relation amoureuse n’a plus aucun sens?  Vous êtes trop dépendants de vos besoins matériels? N’y a t-il pas là, une belle opportunité pour en finir avec cette vie ci, que vous n’êtes plus vraiment en train de vivre?
Voici l’histoire de Marco dont la vie a perdu tout sens, dont les valeurs se sont détériorées, mais qui, quand il n’avait plus nulle part où aller, a trouvé un chemin au-delà. Et là-bas, près du lieu où l’on trouve la liberté la plus précieuse qui soit, il fit face à son bonheur.
TELMAH, A Tragédia do Desencontro
Editora Chiado
Portugal, 2019
Quando Hélio Parfia chega a Madri, após o ataque terrorista que assolou o mundo no dia 11 de março de 2004, um furgão quase o atropela na frente de seu hotel. Ao salvá-lo, uma mulher morre em seu lugar.
Nos dias seguintes, enquanto tenta encontrar alguma informação sobre sua heroína, alguém invade seu quarto, rouba suas roupas, e Telmah Millais entra em sua vida com um beijo, como se já o conhecesse há tempos.
Hélio se vê, então, no meio de uma trama ilógica, cada vez mais apaixonado pela desconhecida e desafiando as leis do espaço e do tempo.

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Quem sou eu

Nascido no Rio de Janeiro, em 11 de janeiro de 1971, André Bustamante Carretoni cedo se apaixona pelas artes. Autodidata, aprende música, desenho, faz cursos de teatro e de cinema até que, aos 27 anos, graças aos seus conhecimentos de informática, dá uma reviravolta em sua vida e parte do Brasil, à procura de novas experiências.

Vive por seis anos em Lisboa, faz o Caminho Português de Santiago de Compostela e inscreve-se em um curso de pintura em Florença, onde escreve “Piedade Moderna” e conhece Jannick, que se tornará sua esposa.

Vive por dois anos em Lausanne. Escreve “Mais Alto que o Fundo do Mar”, envia contos e crônicas para os sites Tertúlia e Bonjour Brasil e frequenta o Laboratório de Escritura Criativa à Distância do Instituto Camões.

Depois de quatro anos em Paris, no encalce da Geração Perdida, instala-se em Nice e encontra nova fonte de inspiração.

Nasce seu filho, Tiziano Carretoni.

Publica seu livro “Mais Alto que o Fundo do Mar” em francês (“Plus Haut que le fond de la Mer”), escreve “TELMAH, A Tragédia do Desencontro” e participa da oficina literária da escritora Adriana Lisboa e do masterclass do escritor Bernard Werber.

Publica “TELMAH, A Tragédia do Desencontro”.

É eleito Acadêmico Imortal da Academia Brasileira de Letras/Suíça, cadeira número 4.

Segue escrevendo.

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Agradecimentos

Às vezes, quando olho para trás, gostaria de ter feito melhor. Contudo, como não posso voltar no tempo (?), aqui vão alguns agradecimentos, já que certas pessoas não imaginam o quanto lhes tenho sido agradecido. Obviamente, esta lista não é exaustiva.

Obrigado aos meus avós, aos meus pais, ao meu irmão e ao meu sobrinho.

Obrigado aos meus tios e às minhas tias, que sempre considerei como segundos pais.

Obrigado aos meus primos e às minhas primas.

Obrigado a Virgínia Augusta Ribeiro Pierri, que sempre me recebeu de braços abertos.

Obrigado a Marlene Oliveira Braz, que me ensinou a acreditar em mim.

Obrigado a Otavio Fonseca, que não imagina o quanto um comentário seu influenciou positivamente a minha vida – a ele também agradeço pela existência deste sítio.

Obrigado a Alexandre Pessoa, Bernardo Carvalho, Eduardo Coelho, Fernando Nunes, Germano Silva, Giorgio Prodoti, José Carlos Fonseca, José Luís Abilla Lopes, Luciano Munhoz, Luís Filipe Gasbarro Vaz, Luís Souza, Marco Aurélio Rodrigues Veiga, Otavio Fabiano Ribeiro Pierri, Paulo Amado, Pierre-Etienne Jay, Rafael Lengruber, Raphael Gomide, Rodney Santandrea, Rolland Olivier, Sergio Maurício dos Santos, Vincent Duverlie, Vitor Oliveira Araújo e Yann Agogue, que me ensinaram o valor da palavra amizade.

Obrigado aos malucos da FIAA de Botafogo, pelas cervejas que tomei no primeiro ano de faculdade.

Obrigado a Sãozinha, Tiago e Filipe, por todo carinho e aprendizado.

Obrigado aos meus colegas da PREVI, pelos maravilhosos anos de convivência.

Obrigado às mulheres que amei na vida, assim como àquelas que me amaram.

Obrigado a Deus, por me ter possibilitado estar aqui.